Lloyd 'Happy Trails' Farley: o homem, o mito, a lenda. O que pode ser dito sobre esse homem incrível – e humilde – que não tenha sido dito antes? Ou, mais precisamente, o que pode ser dito em público?

Nascido em Calgary, Alberta, Canadá, Lloyd é um mestre em trocadilhos e um humorista, que até agora escreveu um livro de trocadilhos - Pun and Grimeish Mint - e está trabalhando em um segundo. Seu tempo no Collider permitiu que a paixão de Lloyd por escrever explodisse, com quase 1.000 artigos em seu nome publicados no site, sendo seus artigos favoritos aqueles que permitem que seu senso de humor brilhasse.

Lloyd também se apega à crença de que todos os problemas da vida podem ser resolvidos por Os Simpsons, Guerra nas Estrelas e/ou O Rei Leão. Boas trilhas! Embora Star Trek seja uma das franquias mais lucrativas do mundo hoje, Star Trek: The Original Series estreou em 1966 com baixa audiência e só evitou o cancelamento após sua segunda temporada devido a uma campanha organizada de redação de cartas.

A distribuição de TV local das três primeiras temporadas da série original levou a um ressurgimento, o que levou a convenções, merchandising e, eventualmente, à promessa de uma nova série: todo o novo interesse dos fãs levou a Paramount a anunciar Star Trek: Fase II em 1977, uma nova série com o elenco original retornando (exceto Spock).

Mas quando a série nunca foi ao ar, o caminho para Star Trek: The Motion Picture se abriu. O filme foi um sucesso modesto, mas ridicularizado por seu ritmo lento e falta de ação - problemas que foram corrigidos pelo muito melhor recebido Star Trek II: The Wrath of Khan, que prontamente salvou a franquia. Só que não aconteceu: Star Trek IV: The Voyage Home, comemorando seu 40º aniversário este ano, o fez, ao reparar uma franquia que a maioria não reconhecia que havia sido quebrada.

Star Trek II: The Wrath of Khan é amplamente considerado o melhor filme com o elenco original, e com razão. Khan, de Ricardo Montalban, faz uma transição perfeita do vilão da televisão em "Space Seed" para o vilão do cinema, trazendo à tona o que há de melhor no próprio Capitão Kirk, William Shatner. As cenas de batalha são marcantes e cheias de ação, e a morte de Spock está entre os momentos mais comoventes do gênero de ficção científica.

Não foi, porém, o momento mais chocante da produção do filme; essa honra caberia às tentativas ativas do criador Gene Roddenberry de sabotar o filme. Embora muito disso possa ser atribuído à indignação de Roddenberry por ter sido destituído de seu papel criativo na franquia de filmes, ele fez questão: a Paramount vendeu a alma de Star Trek para a maior bilheteria de Star Trek II: The Wrath of Khan.

Roddenberry sentiu que o filme militarizou a Frota Estelar, com sua violência excessiva em desacordo com os ideais pacifistas que ele incutiu na franquia desde o início, melhor exemplificados na Primeira Diretriz da Frota Estelar. Pode-se debater se suas opiniões são justificadas ou não, mas é difícil negar a nítida mudança de tom do primeiro filme para o segundo, de philoso

Resumo traduzido a partir da publicação original de Collider. Leia a matéria completa na fonte.